1º de Maio faz a festa das marcas populares

Com custo de R$ 5 milhões, megaeventos da CUT e da Central Sindical levam patrocinadores para perto da população

Wikimedia Commons

1º de Maio da Força Sindical, em São Paulo

Em 2010, 1º de Maio teve patrocínios como o de Brahma e Casas Bahia. Em 2011, marcas se mantiveram

São Paulo – Cerca de 2 milhões de pessoas devem passar o domingo divididas entre as duas megafestas que seis centrais sindicais estão organizando para comemorar o Dia do Trabalhador, neste domingo (1º), em São Paulo.

Em comum, os eventos defendem bandeiras como o fim do fator previdenciário, a redução da jornada para 40 horas semanais sem redução de salários e a valorização das aposentadorias. A CUT quer ainda o fim do imposto sindical.

Juntos, os eventos têm um custo estimado em R$ 5 milhões de reais – cerca de R$ 2,5 milhões cada -, que serão parcialmente pagos com patrocínios públicos e privados.

A Petrobras destinou R$ 300 mil reais para cada festa. O valor é a cota máxima de patrocínio ao 1º de Maio Unificado – comemoração da Força Sindical e mais quatro centrais – UGT, CGTB, Nova Central e CTB. Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil e Eletrobras também contribuíram, com cotas que variam de R$ 100 mil a $R$ 300 mil.

Na avenida Marquês de São Vicente, local escolhido para a festa unificada da Força Sindical, shows da Banda Calypso, de Zezé di Camargo e Luciano, Luan Santana e Bruno e Marrone esquentam o dia, que terá também atos de personalidades políticas. O 1º de Maio Unificado, como é chamado o megaevento, terá ainda o sorteio de 20 carros 0Km.

No Vale do Anhangabaú, a CUT espera reunir cerca de 30 mil pessoas para a comemoração, que tem como tema a integração e os movimentos sociais do Brasil e da África.

A agenda de eventos, que começou no dia 25 passado, tem entre os destaques a participação do ator americano Dany Glover, ativista de causas humanitárias da África. Sem sorteios, a central concentrará as atividades em manifestações e debates culturais.

O patrocínio de empresas estatais e privadas é uma constante na organização de ambas as festas anuais. Para as empresas, a grande concentração de populares é um forte incentivo.

Fonte: Exame.abril.com.br

“Revista Exame” – Publicado em 29/04/2011 às 12h42

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